Pois bem. Queria ver se tinha rato aqui, barata, aranha. Uns bichos que tomam conta de blog abandonado. Achei que tinha que escrever aqui sobre uma mina a qual fui no show ontem. Foi aqui em Londres, no Bush Hall. O show começou lá pelas 9 e pouco e não estávamos esperando muito do show na verdade. Mas assim que a Ingrid Michaelson começou a cantar minha boca abriu e fiquei assim de boca aberta até o final do show. Foi sensacional. Superdivertida, mega talentosa, me faltam adjetivos. Dei umas boas risadas e me diverti, saí com a alma leve. Aqui vão dois vídeos, o primeiro é de ontem e o segundo é de uma música muito fofa.
Sério. Eu amo a voz dessa mulher/menina. É que assim, é difícil de explicar, porque eu tava lá, no show dela… e depois disso então nunca mais eu deixei de gostar das músicas. E eu sou a Rainha de enjoar das músicas, qualquer música. Eu sempre enjôo. E não enjôo da Adele.
Nas duas últimas semanas pude me deleitar com as coisas boas de se estar morando em Londres. No dia 7 de maio fui no show da cantora Adele. A primeira vez que ouvi ela achei legal, mas nada assim óhh. O problema é que sem me dar conta me viciei em uma das músicas dela (que é a música de trabalho mesmo). Chasing Pavements pode parecer apenas mais uma, mas é daquelas que o cérebro vicia e tu sente uma necessidade imensa de ouvir. Mas enfim, o show dela foi tão maravilhoso que eu fiquei chocada, a voz dela é muito de outro mundo. A foto abaixo é do Caco, que foi junto no show.
Alguns dias depois eu e Will resolvemos tirar uma semana de férias na Itália, basicamente em Roma. A cidade é linda, a cada dez passos a gente se depara com uma zona arqueológica, uma nova ruina descoberta. A arquitetura é maravilhosa, a história, tudo muito lindo e intrigante.
E ontem, dia 21 de maio fomos no show da Feist no Royal Albert Hall, uma experiência e tanto. Não tenho boas palavras pra explicar. Música ótima, excelente execução, músicos incríveis, ELA cantando e tocando… Fora tudo isso, ainda tinha uma artista fazendo um trabalho incrível de luz e imagem para cada música, ao vivo. Foi uma experiência super completa. Tri chiclê, mas meus olhos ficaram marejados de lágrimas… O vídeo abaixo foi o Will que fez, tem vários, vou botando ao longo da semana. Mais fotos estão no meu Flickr ali do lado, aqui no blog.
A mental condition characterized by delusions of persecution, unwarranted jealousy, or exaggerated self-importance, typically elaborated into an organized system. It may be an aspect of chronic personality disorder, of drug abuse, or of a serious condition such as schizophrenia in which the person loses touch with reality.
Ah, e antes que perguntem ou pensem, essa música não é autobriográfica, hehehe. Se fosse verdade provavelmente não se tornaria uma música… Mas tenho certeza que é verdade pra um bando de gente.
Dia 31 de março lançamos a terceira música nova do ano: Rebobinar. Foi lançada na internet às 23h57. Algumas pessoas têm achado que isso é algum tipo de jogada de marketing, fazendo as pessoas esperarem até o último segundo do mês. Mas não. Pior que não, elas ficam prontas no último minuto mesmo.
Produzir um disco leva tempo e esforço, e no nosso caso muito trabalho de equipe. Dentro da estrutura de cada música estão trabalhando 6 pessoas. As três que estão na foto acima (Kiko, Will e EU), mais o Guzz, Sérgio Kalil e Cholly. E tem sido bem legal, pois com vontade sempre se chega lá. Quase tudo na vida é isso, uma pessoa ajudando a outra, colaborando pra obter um determinado resultado desejado. Não há quem seja totalmente self-made é só olhar em volta que dá pra perceber: sempre tem alguém levantando pro outro cortar… hehehhe. Essa foi a lição do jogo de volei invisível à beira de um penhasco na serra gaúcha.
p.s: foto em Carlos Barbosa/RS no Reveillón de 2006 pra 2007, divertidíssimo.
p.s1: quem tirou a foto foi a Lari!!!!
Então, consegui “uploadear” o vídeo da última música do show: Lollypop. Foi sensacional, uma catarse… eles jogaram muitos balões no público. Pra explicar o comecinho… teve um teatrinho onde vários membros da banda estavam vestidos de bixinhos, inclusive o Mika… e fizeram uma encenação.
Aí vai!
Eu estou aqui, vivinha da silva. Hoje senti que precisava escrever aqui no Blog. To meio doentinha, aquelas sinusites que fazem a gente se sentir meio estragada, mas não sabe onde exatamente… Acho que foi de tanto “saracotear” (adoro essa palavra) por aqui no frio…
Segunda fomos num show de graça para um programa de TV e tivemos o prazer de ver o Supergrass tocando algumas músicas. Ficamos o tempo inteiro pensando no Gus, já que ele adoraria estar ali.
Depois teve mais uma banda chamada We are Scientists que é bem bacana. Eles têm diversos clipes legais, esse que segue tem um início divertido.
Bem, agora vem a notícia que eu não posso esperar nem mais nenhum segundo pra dizer: ontem fomos no show do Mika!!! E estava simplesmente sensacional. Fizemos muitos vídeos e fotos que estarão por aqui amanhã (não é pra fazer suspense, a câmera é do Will mesmo.. heehhe). O show foi foooooooda! AAAAH!
Ele começou com essa música:
Aqui em Londres eu to sempre meio correndo, meio cansada. Por isso hoje decidi fazer um post mais rápido, apesar de ter vários rascunhos pra serem colocados no blog. Ontem eu o Will fomos na Charing Cross, uma parte da cidade onde tem um monte de lojas de instrumentos musicais. E não precisei procurar muito pra encontrar o Tenori-On, de que tanto escrevi há um tempinho atrás. É realmente divertido, mas precisaria de mais tempo pra aprender a tocar alguma coisa nele…
Ontem li no Blog do Remix sobre a morte do músico e compositor Ike Turner. Ele foi marido da Tina Turner e inclusive há um filme que fala sobre a vida deles juntos chamado Ike and Tina, acho que é esse o nome. Vi esse filme quase sem querer, já que era de madrugada, eu estava com insônia e passava na TV. E foi um filme que me marcou profundamente. Não sei se tudo o que acontece ali é verdade, mas acredito que seja.
Enfim, a película conta um pouco da história da vida da Tina Turner e da relação conturbada que ela mantinha com o ex-marido. Mostra as dificuldades enfrentadas por ela, que não conseguia colocar limites na relação violentíssima que estabelecia com Ike. Fala sobre a descoberta pela qual ela passou, a descoberta de quem ela era e o que queria de sua vida. Foi interessante saber que o Budismo a auxiliou nesse processo, é algo que me auxilia também e me ajuda a entender um pouco melhor a vida.
Ok, a Tina Turner é foda, e essa música é mais foda ainda e tem a ver com a história dela, creio. Um coração partido… Eu amo esse refrão, a melodia, o swingue… hehehe.